Triste...

Eu amo ter blog, mas existem uns momentos em que eu realmente não sei o que escrever, e o pior é que a vida estava perfeita até agora há pouco.

Sei lá, tô me sentindo traída, alguém que eu sempre defendi com unhas e dentes me criticou de uma maneira que doeu, e o pior é que eu até sei que a pessoa não fez de propósito mas mesmo assim, doeu.

Acho que eu levo as coisas a séiro demais, confio e espero demais das pessoas, e mesmo quando elas me magoam, dificilmente eu consigo magoá-las. E aí, o tempo vai passando e vai ficando um monte de coisas acumuladas, e vira e e mexe eu me pego pensando em tudo que eu queria falar para as pessoas e não falo. Sei que vou receber conselhos de falar o que sinto, de me abrir, mas é o meu jeito, não consigo falar, principamente na hora em que as coisas acontecem, mas deixa pra lá, vou superar...

2012

O ano começou muito bem, tudo em minha vida está diferente agora e com certeza as mudanças são para melhor.

Não posso contar agora as coisas que estão acontecendo porque elas ainda são meio que segredinhos, mas logo publicarei aqui minhas novas realizações.

Agora, vou desligar o computador porque estou exausta: novas conquistas, maiores cansaços...

2011

Ai, foi muito bom esse ano! A experiência de ser mãe supera tudo nessa vida! A gente nunca mais vive sem emoção! Essa semana nasceram os primeiros dois dentinhos do meu filho, e olha que ele só tem três meses! Ai, que alegria!

Estou cheia de expectativas para 2012! Quero muito comprar minha casa, meu carro e começar minha segunda faculdade! Ver meu casamento crescer e amadurecer e poder acordar todos os dias vendo um sorriso no rosto do meu marido e do meu filho! Ai, eles são a alegria da minha vida, e eu espero viver muitos anos para curti-los!

Espero crescer bastante na minha carreira ano que vem, e não estou falando só de ganhar mais, mas de me olhar no espelho e saber que sou uma profissional melhor. Bom, que chegue 2012 para vermos se isso tudo acontece mesmo!

mais um ano

Maravilha, mais um ano acabando! E que ano! Extremamente emocionante! Adorei tudo o que aconteceu!

Nesse ano, tive meu filho, completei um ano de casamento com meu marido, consegui minhas duas matrículas e terminei minha pós graduação! Fora a incrível oportunidade que tive de falar o que eu queria para os crentes, pelo menos para uma parte deles. E o mais incrível: eles continuam se achando os donos da razão, impressionante como esses caras sempre se acham os melhores. Que se fodam!

Estou cheia de expectativas para as festas e para 2012. Dessa vez passaremos os feriados na casa da minha sogra, que penso que se tornou uma grande amiga.

Ano que vem, espero comprar minha casa e fazer minha segunda faculdade. Planos! Vontades! Desejos! Sonhos!

Bom natal para todos! Um beijo, Janara!

uffa!

Nossa, finalmente terminei minha monografia, será que vai dar tudo certo?

Caramba, esse ano foi cheio, pós, trabalho, marido, filho. Quantas emoções, quantas alegrias, quantas decepções!

Estou muito feliz por esses dias, mas nem posso compartilhar minhas alegras agora, tenho que enviar meu trabalho. Abraço a todos, depois volto com calma.

depois de muito tempo...

Wow, quanto tempo não passo por aqui! Desde que me afastei o principal acontecimento foi o nascimento do meu filho. Ele é lindo! Saudável, esperto e já está enorme. Engordou dois quilos e meio em um mês, e eu consegui emagrecer cinco quilos no mesmo período. O que é um grande alívio para quem engordou 15 quilos em nove meses!

Estou gostando muito de ser mãe, está mudando minha vida, minha maneira de pensar e de me relacionar com as pessoas, principalmente no que diz respeito aos meus pais.

O que acho engraçado é que cresci brigando com a minha mãe e ouvindo-a dizer que eu a entenderia quando eu fosse mãe também, mas agora que sou mãe nossas desavenças aumentaram, eu não sei, mas acho que quando os nossos filhos chegam nós entendemos todos os erros dos nossos pais, e podemos ver com clareza aqueles que são compreensíveis e aqueles que não são.

Os desafios do casamento

Estou sempre conversando com amigas casadas ou que têm um relacionamento estável e elas estão sempre fazendo suas reclamações sobre seus parceiros. Parece que nunca estamos satisfeitas.

Não sei se é culpa deles, não sei se é culpa nossa, mas o fato é que até hj n encontrei ning que n reclamasse do respectivo companheiro, queria saber a real razão disso.

Eu, particularmente, gosto do meu casamento, mas é óbvio que queria mais atenção, mais presentes, mais idas a motéis e restaurantes. Mas já que o tal cara totalmente perfeito não apareceu antes que eu me apaixonasse completamente pelo meu sapo que não virou príncipe encantado, só plebeu mesmo, eu vou tentando que a melhora venha aos pouquinhos, e o que tiver que ser, será...

Em casa

Assumi três turmas de quinta série em Itaboraí, resultado: vim para casa um mês antes do que eu havia planejado.

A boa notícia ou má, não sei bem ainda, é que vou passar oito meses em casa. Não sei se vou aguentar. Por enquanto o tédio ainda não me alcançou já que estou cheia de trabalho da pós para fazer, mas até quando será assim? Tenho medo do tédio me transformar numa esposa estérica.

Por outro lado, todos dizem que quando o neném nascer, eu vou ter tanto o que fazer que a palavra tédio sumirá do meu dicionário. Bom, vamos ver no que dá. Por enquanto, aproveitando as super férias e louca para o meu bebê nascer, não vejo a hora de tê-lo em meus braços e de poder enchê-lo de beijinhos.

Abraços, Janara.

Família

Hoje participei do almoço de uma senhora super idosa. Cara, que locura, ela tem 10 filhos e mais de 40 netos, um bisneto, por enquanto.

Gostei muito de estar lá, adoro esse negócio de família grande, mas confesso que pelo menos por enquanto não tenho coragem de ter mais de um filho. E não é pelo dinheiro ou pela dificuldade de criar os filhos. A primeira coisa que vem à minha mente quando pens em uma segunda gravidez é ver o meu corpo crescendo tudo de novo, e em todo o stress que eu passei nos prmeiros meses de gestação. Aí, eu desanimo completamente.

Mas continuo admirando as famílias grandes, e fico pensando se um dia meu filho vai sentir falta de ter uma. Espero ter sabedoriapara fazer o melhor para ele.

Até a próxima...

Segunda semana

Essa é a segunda semana letiva desse semestre, e até agora eu só dei uma aula para duas dasminhas turmas e vai continuar assim até o final da semana. Sinceramente, não sei onde vamos parar...

Entendo a necessidade de fazer greve, paralisação, simpósios e outros eventos, mas até que ponto vale a pena abrirmos mão das aulas por conta disso?

Espero conseguir dar mais algumas aulas antes da licença maternidade...

Tristezas e alegrias

A volta às auals depois das férias de julho tem sido turbulenta para mim. É um monte de sentimentos se misturando no meu peito, que parece até que estou no meio de um maremoto.

Para começar, adoro trabalhar, saí segunda-feira de casa toda maquiada, todafeliz, super contente por voltar a trabalhar. Mas dei de caa com uma assembleia de profissionais de educação, que depois de se estender por horas não deu em nada. Eu vi foi muita politicagem e muita gente olhando para sim, sem ver o que os outros precisam, e acusando esses outros de serem esses os egoístas e separadores de classe. Engraçado, se alguém deixa claro que não cede por mim, porque é egoísmo ou traição não ceder por essa pessoa?!

Na terça, finalmente entrei em sala de aula, mas apenas para dar metade do tempo de aula para cada turma, o que me deixou triste e desanimada.

Na quarta, seguiu-se a mesma coisa.

Hoje, deveria ser um dia de mais alegrias, já que comecei na prefeitura de Itaboraí, que paga o dobro da minha primeira prefeitura. Mas não foi bem assim. Tenho três turmas de quinta série, uma pior do que a outra literalmente. Alunos fora da idade que não querem nada com seus estudos. E aí fica a pergunta: Há esperança para a próxima geração? Nosso sonho de mudar o mundo através da educação se perdeu? Os jovens, nossa esperança, já desistiram logo em suas primeiras infânacias?

Se alguém ainda está vendo a luz no fim do túnel, por favor, indique-me o caminho.

Depois de muito tempo...

Wow, depois de dois meses sumida, aqui estou eu novamente! Mas também, pudera, aconteceu tanta coisa nesse tempo... Mil e um cuidados com a gravidez- já que eu ganhei 7 quilos em um mês- , fechamento de bimestre na escola, uma nova matrícula, meu aniversário e o de Rafael, dia dos namorados e os inúmeros trabalhos da pós-graduação...

De tudo isso, o que mais me manteve longe foram os trabalhos da pós, estou mergulhada de cabeça na minha pesquisa para a monografia, nuca fiz um trabalho com tanto gosto e nem com tanto medo, já que nunca fiz um trabalho de magnitude. Mas acho que monografia tem que ser assim mesmo, movida à paixão, e paixão que se prece tem tanto um quê de empolgação quanto uma pitada de medo, acho que é a tal da adrenalina correndo em minhas veias.

Bem, vou ficando por aqui porque ainda tenho muito trabalho pela frente, beijos a todos. Janara.

mais um post... mais uma reflexão...

É a vida é assim, eu passo um mês sumida e depois volto a postar diariamente, como na época em que comecei a ter blog, alguns anos atrás. Naquela época, eu sonhava em um dia transformar meu blog em livro para todo mundo me conhecer melhor. Na verdade, desde criança sonhava em ser escritora. Hoje, isso ainda é uma coisa em que penso, mas que quero fazer depois, mesmo sabendo que corro o risco de nunca fazer por adiar tanto, ou de só fazer quando estiver bem velhinha, ainda assim, respeito o meu tempo para realizar meus sonhos. Sei que na hora certa, vem uma força não sei da onde e eu acabo fazendo tudo o que preciso.

Foi assim com a faculdade, era uma coisa que eu vivia enrolando, entrava, trancava, entrava, trancava, até que no momento certo, eu fui e terminei tudo rapidinho, me formei com êxito e um ano depois, tornei-me funcionária pública como tanto sonhava. Acho que essa é uma das maiores realizações da minha vida e eu não canso nunca de falar dela. Tenho orgulho até do anel de formatura, que vivo ostentando para cima e para baixo.

E por falar em anel, nem contei da saga que passei com o Rafael para passarmos a usar aliança, mas finalmente depois de mais de um ano juntos, ele comprou um par lindo para a gente e me deu no dia das mães. Tudo bem que a minha aliança ficou grande e eu uso no dedo ao lado, mas fiquei tão feliz pelo Rafa ter comprado, eu olho para ele e nem acredito que ele faz por mim as coisas que nunca fez por ninguém, e que nunca pensou em fazer. O Rafa contraria tudo o que ele era por amor de mim, e eu acho isso tão lindo.

Em muitos aspectos, eu também mudei a minha vida radicalmente por ele, mas acho que ele fez coisas bem mais radicais, o que me incentiva a ir bem mais além por amor dele.

Acho que o amor é isso, estamos sempre dispostos a dar mais um passo pelo outro.

Bem, agora, eu também vou dar alguns passos, mas é por mim mesma, vou para a cozinha encehr o meu barrigão, beijos a todos, e obrigada pelos comentários.

depois de um sumiço...

Não sei o que me deu para ficar tanto tempo sem blogar, mas aconteceu. Sò sei que hoje estou aqui escrevendo para vocês. Durante meu tempo de baixa temporada de escrita, adorei receber os recadinhos de vocês, fiquei feliz à bessa. Achei engraçado, porque quando paro para pensar, percebo que hoje ter um blog tem um significado bem diferente para mim. Antigamente o que eu mais queria era que todo mundo entrasse no meu blog, deixasse comentários e participasse da minha vida, e eolha que eu era super cercada de amigos, mas eu queria sempre mais, era uma carência, que nada me supria. Hoje em dia, sou mais light, é claro que sinto falta daquele monte de amigos da adolescência, mas sou mais na minha, gosto mais de ouvir do que de falar, mais de ajudar do que de ser ajudada, tanto que passei um mês entrando no blog de todo mundo, mas não publiquei nada no meu...

Contudo, sei que meu novo jeito tem seu lado bom e seu lado ruim; por um lado, sei que me tornei uma pessoa mais fechada em mim mesma, que não pede mais ajuda como antes e que gosta de resolver tudo sozinha, mesmo quando quase não está conseguindo, e nem sei se isso é completamente bom. Às vezes, sinto-me sozinha, mesmo sabendo que tenho com quem contar. E demoro muito mais a fazer amizades profundas, tanto que por mais que eu tenha pessoas que me amem e que eu ame muito, hoje, não tem ninguém que eu considere amigo de verdade, como na época da adolescência, em que amigo era aquele cara que eu via sempre, contava tudo, fazia tudo junto...

Mas também acho que hoje, sou mais forte, mais reflexiva, menos impulsiva. Paro e penso nas coisas e não fico chorando num canto, esperando alguém vir resolver. Hoje em dia, eu sei que nem sempre vai dar para esperar tudo se estabelecer para eu ficar bem, de vez em quando eu vou ter que ficar bem e de cabeça erguida mesmo em meio a uma grande tempestade. E eu ainda descobri que sempre que eu decido ficar bem em meio aos maiores problemas, descubro que eles não eram tão grandes assim, ou então que eles nem existiam de verdade, eram só fantasmas, que eu havia imaginado ao ver uma sombra desconhecida ao longe...

Bem, vou ficando por aqui. Muito obrigada pelo carinho, significa muito para mim. Comentem e voltem mais vezes.

 

refletindo...

Tenho gostado muito dessa coisa de blog ultimamente, acho que meus textos estão melhorando e tenho gostado das visitas que tenho recebido e dos blogs que tenho visitado também.

Em um deles há o convite para fazer parte de uma coletânea de livros de blogueiros, tenho pensado sobre isso, mas não sei se vou arriscar, talvez isso me lembre alguns sonhos colocados na gaveta e por isso eu fique titubeando.

Nos últimos dias, também tenho gostado muito do meu trabalho, parece que tudo está diferente esse ano, fico pensando se foi o trabalho que mudou ou se fui eu que me tornei mais tolerante. Acho que a segunda  opção deve ser mais válida.

Só estou preocupada com o Rafa, o trabalho dele está estressante e cansativo demais, mas infelizmente nãi há nada que eu possa fazer para amenizar isso. Só o Rafa pode decidir a hora de sair ou de mudar alguma coisa para tudo melhorar.

Bem, vou ficando por aqui, obrigada a todos pelo carinho, beijos, Janara.

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